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MANEJO NO PERÍODO DA SECA



Manejo das Pastagens e Suplementação

Forrageiras tropicais, em geral, possuem uma diferença quanto à qualidade e

quantidade da forragem nas diferentes estações do ano em decorrência da variação

climática. O estado de Mato Grosso possui estação definida em período seco e chuvoso

com variação na quantidade de nutriente ao longo do ano.

No período seco as gramíneas apresentam baixo valor nutritivo com redução

acentuada do teor de proteína. Essa redução impacta diretamente os microrganismos

ruminais e a digestão dos substratos energéticos fibrosos da forragem ingerida é

dificultada.


A suplementação recomendada para esse período

A deficiência proteica influencia na regulação da ingestão dos alimentos, pois,

quando a dieta não atende aos requisitos microbianos, ocorrem limitações e redução da

digestão da parede celular do volumoso, resultando em diminuição do consumo.

Na seca, a suplementação proteica fornece os nutrientes deficientes na

forragem, evitando a redução do ganho de peso ou desempenho negativo. O déficit de

algum nutriente limitante, como a proteína, aumenta a mobilização de nutrientes

corporais para a mantença, resultando em aumento da idade de abate, redução da taxa de

desfrute da propriedade e aumento do custo fixo da atividade.

O atendimento das exigências dos animais na seca garante o aproveitamento da

massa de forragem, mesmo que esteja seca, como fonte de fibra e os nutrientes

deficientes são incluídos via suplementação do principal nutriente limitante: a proteína.

Dessa forma, a produção animal é mantida durante a seca, com manejo das pastagens e

nutrição adequada para tal período.

Vale ressaltar que a interação animal e ambiente deve ser considerada quando se

busca maior eficiência na exploração pecuária. Fatores como disponibilidade de água,

sombreamento, temperatura corporal do animal, comportamentos em condições de

temperaturas diferentes, podem ocasionar graves problemas, tanto na produção, como

na reprodução animal.


Qualidade da Água e Conforto Térmico

O consumo de água é regulado por fatores extrínsecos como a temperatura

ambiente, a temperatura da água, a umidade relativa e o consumo de sódio, e também

por fatores intrínsecos como a produção de leite e o peso corporal.

A falta de água pode levar a uma série de problemas na produção animal. Para

animais em lactação o fornecimento inadequado pode levar a queda de produção de

leite, menor ganho de peso dificultando a regulação térmica, aumentando assim a

incidência de doenças. Vacas em lactação necessitam de um acréscimo na ingestão

água, de acordo com a produção, sendo necessários 4 a 5L de água para cada quilo de

leite a ser produzido.

Em bovinos de corte a ingestão de água está correlaciona com o consumo de

matéria seca e ganho de peso. Em condições estressantes os bovinos tendem a gastar

maior tempo durante o dia procurando água e maior tempo de permanência perto de

bebedouros do que pastoreando. Comportamento como este, ocorre para tentar amenizar

o efeito adverso do ambiente, diminuindo a atividade, visando à reposição das perdas

sudativas e respiratórias, além de um possível resfriamento corporal.

Em dias mais quentes a ingestão de água pode ate dobrar o consumo, pois o

estresse térmico aumenta a frequência respiratória, a taxa de batimentos cardíacos e a

ofegação, aumentando o gasto energético para a manutenção da temperatura corporal,

porém também diminui a produção influenciando no ganho de peso do animal.

Aumentar a produtividade dos animais torna-se primordial a melhoria na dieta, o

manejo adequado associado à suplementação alimentar. Criar condições que favoreçam

o consumo adequado de água e nutrientes pode evitar perdas nos sistemas de produção

de leite e carne.

A adoção do uso de fontes orgânicas de minerais é uma estratégia de reduzir os

impactos negativos a animais sujeitos a estresse. O uso de minerais orgânicos na dieta

de bovinos aumenta a eficiência produtiva dos animais, pois possuem maior

estabilidade, biodisponibilidade e solubilidade, reduzindo a possíveis impactos

ambientais relacionados com a extração dos minerais no meio ambiente, redução à

idade do abate, melhoria no desempenho animal, além de produzir uma carcaça de

melhor qualidade.


Quer saber mais sobre manejo no período da seca? Entre em contato com nossa equipe técnica, que está pronta para atendê-lo!

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